Tempo para pensar, colocar as idéias em dia, ler, sair, dormir. Tempo também de não ter mais desculpa para deixar as coisas como estão. Está difícil saber o que esperar do dia seguinte. Difícil saber o que quero pra minha vida. Angustiante saber que, quando não se sabe o que se quer, não se chega a lugar nenhum. Preciso querer algo o quanto antes.
Minha cabeça dói, pulsa. Admiro os doentes crônicos, porque qualquer dor física, por menor que seja, me derruba. No entanto, começo a preferi-las às dores do coração, porque essas, não só derrubam, mas são degenerativas. Nunca se volta igual.

P.S.: hoje vou pegar "Alice no País das Maravilhas". Livro inédito para mim. Se bem me conheço, em breve esse espaço estará repleto de pensamentos advindos dessa leitura.