os vizinhos assam carne sem parar. tento não ouvir o passar do ar que pouco carrega. tento não me deixar ir junto ao ar pouco carregado, carregado de pesar.
Marcadores: farminha
Não tenho vidas paralelas, paralelo-me, e cada coisa a seu modo e a seu tempo tem a meu respeito uma visão. É certo que minhas plantas nutrem hoje por mim muito mais carinho do que sobrou em outro. E é certo também que eu guardo por elas exímia admiração. Estão sempre a sorrir e sempre, sempre à disposição para um toque sincero.
os vizinhos assam carne sem parar. tento não ouvir o passar do ar que pouco carrega. tento não me deixar ir junto ao ar pouco carregado, carregado de pesar.
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